domingo, 7 de junho de 2009


À noite, como deve se sentir solitário o vento

Quando todos apagam a luz

E cada um em seu aconchego

Fecha a janela e vai dormir


Pela manhã, como deve se sentir poderoso o vento

Ao se deter em mil auroras

Desposando cada uma, rejeitando todas

E recolhendo-se ao seu esguio templo, depois.



Emily Dickinson

3 comentários:

fatimapombophotos disse...

bonito poema,,,,

O Bibliotecário disse...

Ora, que ilustre visita recebo em minha reinauguração. Seja sempre bem vinda, minha querida.

helentry disse...

Ai...um frio na espinha!Que orgulhosos este vento!